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Novos domínios de internet começam a funcionar em abril February 27, 2013

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Começa em abril a distribuição de novos sufixos de internet, que levarão a rede além dos já conhecidos .com, .org etc. Depois disso, serão liberados cerca de 20 endereços por semana.

O ICANN, que controla a atribuição de nomes na web, disse à Associated Press que os primeiros sufixos serão correspondentes a nomes que usem idiomas diferentes do inglês. Os próximos a entrar em funcionamento serão os domínios de marcas, como .cadillac, e então os regionais, a exemplo de .vegas.

Só depois vêm os genéricos como .app, .music ou .tech, que demandam mais tempo por despertarem interesse de muita gente. No ano passado, 2 mil empresas requisitaram um total de 1,4 mil domínios.

De acordo com o CEO do ICANN, Fadi Chehade, será possível proteger um sufixo pagando cerca de US$ 150 por ano. Assim, empresas como Google podem impedir que outra pessoa fique com o .google, por exemplo

Google anuncia Comunidades no Google+ December 8, 2012

Posted by Mercado Digital in Google, Mídia Social.
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De acordo com o Google, mais de 500 milhões de pessoas já fizeram o upgrade de seus perfis para o Google+ e mais de 235 milhões estão ativas no serviço. A empresa também destaca que mais de 135 milhões apresentam atividade no stream. Para celebrar os novos números e permitir a construção de “relacionamentos reais” e reuni-las em “torno de interesses em comum”, o buscador anunciou hoje a chegada das Comunidades do Google+, um espaço virtual que permite agrupar amigos em torno de temas específicos, como fotografia e faculdade. “Comunidades públicas ou particulares para atender a todos os tipos de grupos. Elas podem ser sobre tópicos e interesses, sobre o bairro local ou quem sabe sobre noites de pôquer periódicas”, publicou o Google. Todas as comunidades ainda trazem uma opção fácil de iniciar hangouts e planejar eventos com os membros. A novidade está em implementação e deve chegar a todos os usuários do Google+ nos próximos dias.

Data: 6 de dezembro de 2012
Fonte: http://googlediscovery.com/2012/12/06/google-anuncia-comunidades-no-google/

Blogs ganham até R$ 80 mil por elogios December 3, 2012

Posted by Mercado Digital in Blogs.
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Ganhar brindes de marcas, ser convidado para participar de eventos e receber entre R$ 500 e R$ 15 mil por uma opinião favorável a um produto estão entre as regalias de ser um blogueiro famoso.

Segundo levantamento feito pela Folha com 12 agências de publicidade que trabalham com marketing digital, um blogueiro cujo site tenha a partir de 40 mil acessos diários ganha entre R$ 15 mil e R$ 80 mil por mês fazendo publieditoriais.

Também conhecidos como publiposts, post pagos e jabás, são textos financiados por marcas e veiculados em blogs. A maioria aparece com uma discreta identificação de que se trata de publicidade -apenas uma “tag” no pé do texto, com a palavra “publipost”. Outros nem isso mostram. É comum que esses avisos apareçam só no fim do texto, em tamanho pequeno.

Publipost é todo material pago veiculado em blogs como se fosse um post normal. De certo modo, corresponde aos chamados “informes publicitários”, textos com aparência jornalística feitos por empresas e publicados em jornais e revistas com identificação para que o leitor não o confunda com reportagem.

Por causa do post pago, é possível ver blogueiros elogiando marcas de absorvente, roupas, celulares, restaurantes e até dermatologistas.

A propaganda, que não tem cara de publicidade, nem sempre aparece identificada como tal. Escrita em primeira pessoa, assemelha-se a uma dica de amigo.

“O grande problema é a falta de regulamentação. Cada blogueiro identifica as propagandas como quer. Alguns com uma ‘tag’ minúscula no fim do post, outros com selos”, diz o blogueiro e publicitário Alexandre Inagaki.

Para Inagaki, o correto seria identificar como propaganda logo no título.

Neste ano, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) investigouum caso de propaganda disfarçada em blogs pela primeira vez: três blogueiras publicaram textos idênticos elogiando produtos da loja de maquiagens Sephora.

Ao final, o conselho recomendou que elas evitassem gerar desconfianças nos consumidores.

Segundo as agências de publicidade, os melhores blogs para anunciar são os de humor e os de moda, que já ganharam até uma rede para organizar os publiposts, chamada F.Hits.

A plataforma criada pela empresária Alice Ferraz reúne 24 blogs de moda e chegou a receber o título de oitava companhia mais inovadora do Brasil no ranking da americana Fast Company.
Um dos blogs de humor mais rentáveis é o “Não Salvo”, feito por Maurício Cid. Ele afirma identificar suas publicidades por meio de ‘tags’.

“O que o blogueiro tem de mais importante é a sua credibilidade. Além disso, meus leitores acham justo que eu ganhe dinheiro com o blog.”

AGÊNCIAS

O procedimento padrão do publipost é feito por uma agência de publicidade ou setor de marketing de uma empresa. A agência entra em contato com blogueiros cujos sites tenham a ver com o produto. São acertados valores e a exposição do texto.

Há quem peça, por exemplo, que o texto fique na página principal do blog por um número determinado de dias.

O blogueiro costuma escrever o texto para que o material não seja muito diferente dos textos normais do site.

Há, porém, redatores publicitários especializados em imitar o estilo dos blogueiros. A marca aprova o material antes de ele ser publicado.

Outras ações publicitárias como vídeos, mudança do “layout” do blog e participação dos blogueiros em eventos costumam ser mais caras.

Para Daniel Oliveira, do blog “Não Intendo”, não há como blogs grandes se sustentarem sem publicidade. Ele a identifica com uma tag.

“Publico uma média de 25 textos toda semana, apenas 2 ou 3 são publicidade. Um site com muitos acessos como o meu precisa de um servidor elástico, o que pode custar US$ 2.000 por mês.”

Entre seus clientes, Oliveira já teve marcas de bebida, carros e lojas de roupa.

Para Ian Black, da agência New Vegas, o mercado está inflacionado: “A demanda de marcas que se interessam por esses serviços cresceu e surgiram agenciadores que sabem cobrar como agência”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1194551-blogs-ganham-ate-r-80-mil-por-elogios.shtml
Data: 02/12/2012

Facebook e Yahoo negociam colaboração em pesquisa November 24, 2012

Posted by Mercado Digital in Uncategorized.
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O Facebook e o Yahoo negociam uma parceria que permitirá às duas companhias colaborar em funcionalidade de pesquisa, informou o jornal Sunday Telegraph, sem citar fontes.

A publicação afirma que a nova executiva-chefe (CEO) do Yahoo, Marissa Mayer, e a diretora de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, se reuniram para discutir uma estreita cooperação entre as duas empresas.

O Sunday Telegraph revelou que qualquer acordo resultante das negociações pode levar a Microsoft Corp., que atualmente responde pela funcionalidade de pesquisa do Yahoo, a ser substituída.

Representantes do Facebook no Reino Unido não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2012/11/18/interna_tecnologia,330583/facebook-e-yahoo-negociam-colaboracao-em-pesquisa.shtml

Tendências de marketing digital November 20, 2012

Posted by Mercado Digital in Marketing Digital, Mídia Social.
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O eMarketer lançou um briefing sobre tendências do marketing digital para 2013. O cenário é norte-americano, mas serve de referência para discutirmos alguns números da internet brasileira e ficar de olho no que vem por aí.

  • Nos EUA, a Internet crescerá apenas 2,6% em 2013, com destaque para as categorias de Internet móvel (+18%), Vídeo online (+5,6%), E-commerce (+4,2%) e Redes Sociais (+4,1%).
  • A expansão do mercado de Games continuará forte, com os jogos para smartphones liderando o crescimento (+27,8%), seguidos pelos jogos em console (+9,7%) e pelos jogos sociais (+5,8%).
  • As plataformas campeãs de crescimento em 2013 serão os Tablets (+42,3%) e Smartphones (+18,8%). Os E-readers avançarão a taxas menores, mas bastante significativas (+11,7%).
  • O e-commerce também é destaque por aqui, com alta de 21% em um ano. Detalhe: o consumo de saúde, beleza e medicamentos já rivaliza com a compra de eletroeletrônicos, seguido de perto pela categoria de moda e acessórios. Segundo a Forrester Research, o faturamento deve dobrar até 2017.
  • Ao contrário do que ocorre no Brasil, o Twitter crescerá mais rapidamente por lá do que o Facebook (+14,2% contra +3,9% respectivamente), o que tem ajudado a alimentar o debate sobre a tendência de migração do Facebook para outras redes. As redes sociais ainda terão crescimento superior ao da internet como um todo (+4,2% contra +2,6% respectivamente).

Fonte: http://www.brandinghipercultural.com.br/2012/11/tendencias-do-marketing-digital.html

Mídia Social para o Bem Social: Um Guia de Como-Fazer para Organizações Sem Fins Lucrativos November 20, 2012

Posted by Mercado Digital in Mídia Social, Terceiro Setor.
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Veja texto sobre o livro Social Media for Social Good, que traz informações úteis para ONGs que queiram aprimorar sua relação com a internet.

Traduzido para o português pela voluntária tradutora Priscilla Novaes

Original em inglês disponível  em Gigcoin

 

Organizações sem fins lucrativos são líderes no uso de mídia social para crescer suas comunidades e fazer seus defensores agirem. Muitas destas organizações possuem grande sucesso com o mínimo de orçamento e recursos. Como podem as organizações sem fins lucrativos usarem efetivamente a mídia social? Qual é a melhor forma de começar? Que ferramentas estão disponíveis?

Heather Mansfield ajuda a responder estas questões em Mídia Social para o Bem Social (ou Social Good): Um Guia de Como-Fazer para Organizações Sem Fins Lucrativos, um livro altamente prático e útil que detalha estratégias, ferramentas e estudos de caso. Recebi uma cópia de revisão do livro e tive a chance de perguntar algumas questões a Heather.

Aqui vai minha sessão de perguntas e respostas com Heather:

1. O número mágico: uma comunidade de 5.000 membros é descrito como o número mágico no seu livro. Você poderia, por favor, compartilhar mais a respeito do porque 5.000 ser o número mágico? O que acontece aos 5.000? E quais são as principais características e ações que separam as organizações que atingem os 5.000 e as que não o fazem?

Definitivamente existe uma matemática em mídia social e com 5.000 fans, seguidores, amigos, assinantes, etc., esta matemática começa a trabalhar a seu favor. Uma vez que o avatar de uma organização é espalhado através de uma comunidade 5.000 vezes – seja no Facebook, Twitter, YouTube ou Google+ – então sua comunidade começa a crescer exponencialmente mais rápido a cada dia que passa. Esta é uma das razões pela qual não sou grande fã de estudos de caso de mídia social baseados em grandes organizações (sem fins lucrativos ou não) bem conhecidas nacional ou internacionalmente. Estas organizações possuem listas de e-mails de centenas de milhares de indivíduos que elas podem utilizar e facilmente alcançar 5.000 em poucos dias. Organizações pequenas ou médias não podem duplicar este sucesso. Elas precisam trabalhar muito mais e por mais tempo, às vezes anos, para atingir este patamar de 5.000 membros. Mas sendo alguém que começou do zero a sete anos atrás, posso lhe dizer que vale a pena investir tempo em redes sociais. Há muita promoção exagerada em torno de mídia social e sucesso da noite para o dia e isto é completamente falso para 99,9% das marcas. Estas ferramentas são úteis, mas cujo poder é proporcional ao entendimento do ser humano atrás do avatar sobre a importância de inspirar comunidades através do compartilhamento de histórias e integração de mídia social em seu website, newsletters eletrônicos e campanhas de angariação de fundos online.

2. Web 1.0: Você enfatiza a importância de ter o básico, como os websites, newsletters e botões de “doe agora” para que organizações possam atingir um retorno do investimento em seus esforços para doações online. Você demonstra alguns exemplos de excelência em organizações sem fins lucrativos no livro. Por que estas organizações se destacam para você? Quais são as lições a partir destas organizações em termos de mensagens, visuais e campanhas que realmente funcionaram?

Estas organizações entendem algo muito importante sobre seus doadores e apoiadores, que é o fato deles estarem cada vez mais sufocados com tweets, atualizações de status, textos, e-mails, check-ins e últimas notícias na TV a cabo. O número constante de mensagens está mudando a forma que doadores e apoiadores processam as chamadas para ação e informações online e off-line. Estas organizações desenharam seus websites para que sejam fáceis de ler. Fonte maior, menos texto, mais imagem e grandes botões para serem tocados em tablets, clicados em desktops e laptops, e em breve, em TVs inteligentes. Elas estão sempre à frente da curva e alocam os recursos necessários ao seu orçamento de comunicação online. Por exemplo, uma destas organizações é o Natural Resources Defense Council (Conselho de Defesa dos Recursos Naturais), também conhecido por NRDC, e eles acabaram de lançar um novo website para 2012: nrdc.org. Reparou no grande botão Doe Agora que está em cada página, a opção de assinar a e-newsletter, e os ícones das redes sociais? Isto é crucial para o retorno do investimento e o site é bem visualizado e funciona muito bem em um tablet.

 

3. Mídia social e mobilidade: Por favor, compartilhe alguns exemplos de organizações sem fins lucrativos que dominaram o uso de canais de mídia social específicos e móveis:

Facebook: The Humane Society of the United States (A Sociedade Humana dos Estados Unidos). Eles sempre incluem uma mensagem pessoal em cada atualização de status no Facebook, eles participam em conversações que ocorrem em suas atualizações de status (não apenas transmitem!), e eles publicam apenas uma vez por dia. Muitas pessoas não percebem que o Facebook possui um algoritmo que oculta a maioria das atualizações de status para seus fãs se você publica mais de uma vez por dia. Há também uma linha tênue entre informar e inspirar e incomodar. Menos é mais.

Twitter: The National Wildlife Federation (Federação Nacional da Vida Selvagem). Eles possuem uma voz distinta no Twitter. Focam em contar a história da vida selvagem na América, e não em angariar fundos. Se as organizações sem fins lucrativos focassem mais em contar suas histórias para inspirar seus apoiadores, então as doações viriam a seguir. Existe muito marketing acontecendo em sites de redes sociais e as pessoas ignoram. O NWF também retuíta mensagens de outros, publica uma grande variedade de conteúdo útil e interessante e segue um grande número de pessoas. Novamente, existe uma matemática em redes sociais – especialmente no Twitter. Você não quer seguir mais pessoas do que as que seguem você, mas cada vez que você passa a seguir alguém, é mais uma vez que seu avatar é plantado no Twitterverso.

Blog: The Nature Conservancy (A Conservação da Natureza). Os posts da NC em seu blog geralmente resultam em uma grande quantidade de conteúdo que outros podem então “compartilhar” nas redes sociais. Eles possuem e-newsletter e ícones das redes sociais bem visíveis e o design do blog é amigável ao usuário de Internet de hoje em dia – grandes figuras, um banner bem desenhado para uma boa primeira impressão, e uma fonte grande para navegação.

Mobilidade: The World Wildlife Fund (Fundo Mundial para Vida Selvagem). A maioria das organizações ainda tem muito trabalho a fazer em suas campanhas para dispositivos móveis. A melhor que vi até agora é da WWF (digite “worldwildlife.org” no navegador do seu celular). Eles possuem um website para dispositivos móveis com artigos atuais e alertas de ação. Eles também enviam alertas de texto com links para o site versão mobile. Muitas organizações que estão experimentando textos usam links para seu site versão desktop, o que é a pior prática. O site versão desktop é desenhado para ser visualizado em uma tela de 12-19 polegadas, não em uma tela de 2 polegadas de um smartphone! A WWF também possui uma página em versão mobile onde você pode digitar o número do seu celular para fazer uma doação de 10 dólares. É o site em versão mobile e a campanha usando mensagens de texto mais inteligentes que já vi até agora.

4. Principais dicas: Pela sua experiência, poderia compartilhar as suas principais dicas para a mobilização de fãs e crescimento de doações?

Contar a história através de boa escrita e vídeo e fotografia digitais é a número um. Arrecadadores de fundos e praticantes de mídia social precisam pensar em si mesmos como repórteres de sua causa e sempre estarem prontos a escrever um post no blog, tirar algumas fotos, ou sacar o celular e fazer um vídeo quando a história se apresenta ao vivo. Em seguida, entender como integrar a Web 1.0 (websites, e-newsletters, botões Doe Agora) com a Web 2.0 (blogs e sites de redes sociais) é necessário. É quando a experiência e o talento para o marketing no senso tradicional surgem. Frequentemente as organizações deixam as equipes de Web 1.0 e Web 2.0 completamente separadas uma da outra e isto minimiza o ROI dramaticamente. E por último, selecionar o fornecedor correto para a doação online. A doação online está crescendo. Você não quer mandar o seu doador para o Paypal ou Google Checkout. Muitos doadores desistem de doar neste ponto. É muito melhor integrar o processo de doação em seu site usando um serviço pago, como Network for Good. Isto pode custar um pouco mais, porém é uma despesa obrigatória para qualquer organização que queira se manter competitiva. Até 2015 o número de organizações sem fins lucrativos nos Estatos Unidos deve aumentar em 30%, pulando para 1,7 milhão, e apenas as organizações mais competentes, funcionais e inteligentes vão manter seus doadores atuais e conquistar novos.

Eu gostei muito de ler o livro e agradeço às respostas úteis e completas da Heather aos meus questionamentos. Minha avaliação geral é a de que a abordagem de Heather funciona porque ela: 1. Foca nos resultados (ROI), 2. Oferece passos simples e executáveis e 3. Propõe uma abordagem integrada.

O conselho prático neste livro é muito relevante para qualquer organização que esteja iniciando em mídia social. O livro endereça um ponto muito importante de que é muito difícil fazer a mídia social entregar resultados se você não tem a sua estratégia de presença online e marketing por e-mail estabelecida. Tuítes, Curtir e agora Pins precisam levar a ações. Você precisa daquele botão DOE AGORA funcionando. E também oferece ajuda prática para as organizações sem fins lucrativos com recursos limitados, mas com missões poderosas. Meu voto é para que você o adicione em sua lista de leitura.

Fonte: http://blog.voluntariosonline.org.br/midia-social-para-o-bem-social-um-guia-de-como-fazer-para-organizacoes-sem-fins-lucrativos/

Apple obtém patente por virada de página digital November 20, 2012

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O escritório de patentes dos Estados Unidos concedeu mais uma patente à Apple. Desta vez, a empresa da maçã conquistou os direitos sobre a virada de página digital.

O recurso é referente à animação das páginas sendo viradas, de forma semelhante a um livro físico.

O pedido D670.713 foi registrado em dezembro de 2011, bem depois do lançamento do software iBooks da empresa que já utilizava este recurso desde abril de 2010.

A empresa não é foi a primeira a ir atrás da patente de um recurso. Em 2009, como parte do projeto Courier, a Microsoft também tentou, mas não teve o pedido atendido e até a Samsung, arquirrival da Apple, também entrou com um pedido em outubro, na Europa.

Também foi concedida, no final de 2010, uma patente de design ao Google referente à virada de páginas em “terminais de comunicação.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/apple-registra-patente-por-virada-de-pagina-digital

Inovação no Android está à frente da Apple November 20, 2012

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De acordo com analistas consultados pelo Business Insider, o Google tem devorado o território da Apple (e concorrentes) em duas frentes: inovação e preços baixos.

“O Android tem sido um dos motores de crescimento do mercado de smartphones desde que foi lançado em 2008″, disse Ramon Llamas, pesquisador da IDC’s mobile phones. “O Android ultrapassou o mercado de forma eficaz e levando uma quota de mercado da concorrência.”

E o crescimento do Android vai além dos smartphones. Segundo dados da IDC, o market share da Apple em tablets já caiu de 65% para 50% no último trimestre. A variedade de equipamentos tem contribuído para tornar o Android cada vez mais forte e presente.

“Ter um monte de pessoas construindo um monte de coisas cobre diversos pontos de preços com várias marcas em vários lugares e isso faz uma grande diferença”, disse o analista Stephen Baker, da NPD Group.

Além das vendas, o Android também têm obtido uma forte presença na questão de inovação. Para Ken Dulaney, da vice-presidente da Gartner, o ritmo de inovação no Android é mais rápido que a Apple. “Eles estão tentando mais, a Apple está muito atrás nessa área”.

Outro lado importante é a questão da plataforma ser aberta. A estratégia beneficia o Google e fabricantes com a possibilidade de otimizar a experiência de uso conforme o feedback de desenvolvedores, fabricantes de equipamentos, clientes e designers.

“Na Apple, eles têm uma visão internamente muito boa, mas eles não têm o feedback que o Android promove”, disse Dulaney. No entanto, o analista não soube dizer quem mais tem faturado dinheiro com o Android, além da Samsung.

Os analistas consultados ainda reforçam a ideia de que o sistema operacional do Google está em processo de se espalhar para qualquer aparelho eletrodoméstico, criando uma nova geração de dispositivos híbridos.

Fonte: http://googlediscovery.com/2012/11/19/inovacao-no-android-esta-a-frente-da-apple/